O Festival São Batuque é um encontro com as raízes culturais do Distrito Federal e do Entorno. Desde 2007, reúne música, dança, saberes, sabores e rituais que celebram a força das tradições afro-brasileiras e populares. Este é um espaço para conhecer a história, acessar conteúdos e se preparar para as próximas batidas do tambor.

O São Batuque cresceu à beira do Lago Paranoá, na Praça dos Orixás, e se tornou uma das maiores referências da cultura popular afro-candanga. Ao longo dos anos, o festival recebeu nomes marcantes como Naná Vasconcelos (PE), Mestre Cirandeiro (PE), Mestra Martinha do Coco (DF), Renata Rosa (PE), Awurê (DF), Éllen Oléria (DF), Gabi Guedes (BA), Lazir Sinval (PE), Larissa Umaytá (DF), Mestre Gilvan (DF), Marcus Moraes (DF) e Renata Jambeiro (DF). Também já passaram por suas rodas Emília Monteiro (DF), Josy Caldas (DF), Ogãn Helder Amendoim (DF), Ìdòwú Akínrúlí (Nigéria/DF), Karyna Spinelly (PE), o grupo Alafin Oyó (DF), o Boi de Seu Teodoro (DF), Filhos de Dona Maria (DF), Sambadeiras de Roda (BA), além de coletivos como o Zenga Baque Angola (DF) e o Raízes Capoeira (DF).

Na 16ª edição, em 2025, o festival reafirma esse legado e amplia sua batucada: Seu Estrelo (DF), Mestre Anderson (PE), Maciel Salú (PE), Jiauncy Ojú Bará do Ilê Aiyê (BA), Coco do Iguape (CE), Coco de Quebrada (DF), Oju Okan (DF), Mestra Tisza (BA), Martinha do Coco (DF), Bando Matilha (DF), Zenga Baque Angola (DF), Leão da Campina (PE), Mestre Lucas dos Prazeres (PE), entre tantos outros, compõem uma programação que costura memória, resistência e invenção. O São Batuque é hoje um território vivo onde batuques, corpos e vozes se encontram para criar continuidade e celebrar a diversidade dos territórios afro-candangos.

A programação reúne oficinas, rodas, feiras, apresentações e encontros para todas as idades.  Descubra o que já foi vivido e o que está por vir, com datas, locais e atrações atualizadas.

Além da emblemática Praça dos Orixás, o São Batuque pulsa em muitos outros Territórios Afro-Candangos, guardiões de memória e saberes ancestrais. Em edições anteriores, ocupamos mais de 30 territórios em Brasília e no Brasil: o Ilê Axé Oyá Bagan, no Distrito Federal, o Ilê Asé Egi Omim, no Rio de Janeiro, a Casa do Benin, na Bahia, e espaços culturais como a Praça Zumbi dos Palmares, no Conic, e o Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul representam a amplitude da rede do festival. Cada comunidade reflete uma geografia de vozes distintas: terreiros, praças, casas comunitárias — cada uma colhendo o poder dos tambores, a diversidade de linguagens e celebrando a cultura viva com intensidade.

Praça dos Orixás (DF)

Ilê Axé Oyá Bagan (DF)

Ilê Asé Egi Omim (RJ)

Praça Zumbi dos Palmares (DF)

Espaço Cultural Renato Russo (DF)

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2007–2009

Primeiras edições marcaram surgimento de uma das maiores referências da cultura afro-candanga

2009–2018

Consolidação na Praça dos Orixás com feiras e shows, expansão com teatro, feiras, livros e filmes

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2021

Primeiras edições revelaram início de uma grande tradição

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2022

15ª edição presencial com programação cultural e formativa

2025

Extensa programação virtual, cultural, formativa e com circulação por territórios afro-candangos

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